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sonia: Só para experimentar... apetece-me. beijinhos
marco: Olá ;)
Ógnito: The answer is... Yes.Yes Sir.
Sir William Charles: Pardon me, but I was just wondering if you knew how to speak English.
Espectro #999: Tinha que ser um Espectro a abrir este espaço ... estava escrito.

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03-3-2008

15:45

A mulher de César.

Era uma vez um governo que a cada medida que tomava ou apresentava era acusado de propagandista e de recorrer a agências de comunicação e imagem. Provavelmente fá-lo-ia tal como os seus predecessores sempre o fizeram e os seus delatores o fazem.

Um dia, talvez acusando o toque, essa comunicação começou a ser pior e choveram críticas. Num país em que o que a lei obriga e o que se pratica são coisas completamente opostas, criticou-se a autoridade que zelava diligentemente pela segurança alimentar e que já não se deixava intimidar por 15 ou 20 elementos de uma minoria étnica quando ia encerrar um restaurante internacional, ou quando entrava numa feira… Nesse país, quando se falou em avaliar aqueles que eram há anos pagos pelo estado para ensinar e avaliar, choveram críticas. As críticas serradas chegaram também à questão, bem sensível e cara a todos, dos cuidados de saúde, em muitos casos provavelmente por falta de comunicação pois as unidades parcialmente encerradas muitas vezes mais não faziam que reencaminhar os doentes e absorver verbas. Admita-se que noutros casos não…

Se por um lado é vital que exista a crítica, por outro o excesso desta é tão nefasto quanto a sua ausência. Se cada media é etiquetada de propagandista ou de atentado é natural que se cessem as mediadas, perdendo todos.

Uma das medidas acusadas de propagandismo foi o simplex. Hoje consegue-se mudar a morada nas finanças e na segurança social através de uma mera ligação à Internet. Num banco é necessário uma pessoa deslocar-se com comprovativos de tudo e mais alguma coisa! Chegou-se ao ponto em que é melhor ser contribuinte/utente que cliente!

Hoje, a maioria da população (que é não fumadora) usufrui dos espaços com a liberdade (de poder não levar com o fumo alheio) que a minoria fumadora sempre usufruiu. No entanto, ao invés de vermos noticiado o acréscimo de rendimentos dos detentores de esplanadas outrora vazias no Inverno, vê-se os pobres casinos, salas de bingo e estabelecimentos nocturnos a queixarem-se de quebras de receitas.

Eu gosto do simplex.

Eu gosto da ASAE e lamento que não exista uma “ASAE” para vigiar as relações de trabalho e os impostos e acabar com os abusos nessas áreas. (sem prejuízo da carga fiscal ser altíssima e ter que diminuir)

Eu exijo que os funcionários públicos sejam avaliados.
Eu não gosto da reforma penal, da impunidade e das leis que se alteram para beneficiar quem as faz ou a elas está ligado e considero isso vergonhoso!
Eu gosto que pessoas ligadas à justiça denunciem esse facto.

0 Tudo.

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