Muitas vezes desabei aqui situações que me embaraçam de ser português (e por vezes, quiçá, humano...).
Hoje, no insuspeito
Record, que visitou uma cidade na Bósnia-Herzegovina a propósito da selecção de futebol deste país que iremos defrontar para o apuramento para o próximo mundial, li o que passo a transcrever:
"Chegados à casa museu de Ivan Andric, escritor bósnio que recebeu o Nobel da Literatura em 1961 e uma das figuras cimeiras da modernidade dos Balcãs, entendemos rapidamente que havia material para uma boa tarde de conversa e informação fora da nossa habitual esfera de atuação.
O simpático Enes Skrgo, curador do espaço, arrancou em estilo: "Amigos, sou um dos maiores admiradores de um compatriota vosso..." Imbuídos do espírito "da bola", arriscámos os nomes dos talentos inevitáveis no desporto-rei, um dos habituais veículos de ligação entre os povos - "Cristiano Ronaldo, Eusébio, Figo?" Afinal era outro o craque: "Fernando Pessoa, esse é que é o maior de sempre!"
Digam lá se não se fica com uma pontinha de orgulho?
Texto na íntegra
aqui.